A janela de convites do ZCode fecha na próxima sexta, 13 de novembro. Depois disso, a campanha acaba e a porta de entrada vira assinatura normal. Mas o que interessa aqui não é a janela: é o produto por baixo dela, que eu uso todos os dias.
O que é verificável
O que a campanha dá, segundo o anúncio oficial da própria Z.AI: créditos para quem entra pelo convite e para quem convida. Sem letra miúda publicada, os valores exatos que circulam por aí são relatos de terceiros, e eu prefiro dar o que é verificável.
O que é verificável é o produto por baixo do convite. O ZCode é o agente de código da Z.AI com a família GLM dentro: o Flash a $0,15 por milhão de tokens na entrada e $0,50 na saída, off-peak com 50% de desconto e a tese que eu defendi aqui há duas semanas, a régua de consumo que rende mais conforme o preço cai.
O teste que importa: uso diário em projeto real
Meu uso é todos os dias, em projeto real, com carga pesada. É a ferramenta que eu uso para escrever, revisar e auditar código, e os posts desta semana sobre PHP2Shell e kernel saíram dela.
É o mesmo critério que aplico a qualquer ferramenta de agente: benchmark não opera projeto. Uso diário com carga real é o que revela latência, custo e comportamento, e é o que separa demo de operação.
A régua de consumo é o que sobra quando a campanha acaba
Campanha é janela; régua de consumo é operação permanente. Teto, crédito, cache e off-peak medidos desde o primeiro dia são o que transforma a ferramenta em operação com custo conhecido, na mesma mecânica que documentei no ciclo comercial de um modelo em 30 dias e na alavanca do off-peak.
E agente que escreve e executa código carrega a mesma responsabilidade de qualquer agente: revisão humana do diff, escopo de permissão por tarefa e atenção a arquivos de configuração, que já foram vetor da campanha TrapDoor.
Conclusão
O convite está no primeiro comentário do post original, e o canal que uso é este: https://z.ai/subscribe?ic=BGIRP61T2P (10% de desconto no primeiro pedido). Se a sua stack roda código, a janela fecha na sexta. Mas o critério de adoção não é a campanha: é a ferramenta em projeto real, com régua de consumo documentada e governança de agente. É assim que a ferramenta deixa de ser despesa de teste e vira operação com custo conhecido.